sábado, 15 de março de 2014

E se eu tivesse nascido pelo sexo oposto?

Olá a todos. Esta pergunta de vez em quando surge na minha cabeça, principalmente quando tempo dormir e é algo que ainda não cheguei a uma conclusão. Se eu tivesse nascido rapariga, como seria a minha vida?
Se pensamos um pouco, alguma das nossa decisões de vida têm por base o nosso sexo, como por exemplo andar mais com amigos e "fugir" das raparigas, jogar à bola, entre outras coisas. Mas isto é também algo falso, porque existe rapazes que preferem estar com raparigas do que andar à porrada ou jogar futebol.
Esta "ideia" não tem como base as tendências sexual das pessoas, falo apenas de gostos. Eu prefiro, muitas das vezes, conversar algumas raparigas do que andar, por exemplo, a jogar e isso tem sem dúvida a ver com o estado de espírito.

Mas se eu tivesse nascido rapariga, será que teria ido para este curso? Acho que este o ponto principal da minha dúvida, se eu como mulher gostaria de estar a estudar electrónica ou telecomunicações ou algo do género. Os homens têm maior "gosto" em aprender sobre estas matérias, mas existe muitas raparigas que frequentam este curso. Então eu estaria inclinado para este curso ou teria preferido as Biomédicas ou Químicas?

Se eu fosse rapariga teria actualmente a namorar? Se mesmo tendo nascido mulher, ainda tivesse azar ao jogo e ao amor, bem acho que isto seria era de pessoa e não sexo. Sendo rapariga teria muito mais amigas e teria metido noutros círculos de amizade mas também teria rapazes atrás de mim (bom pressuponho que teria) logo podia perfeitamente estar a namorar com alguém (Se fosse mulher só gostava de mulheres? Outra dúvida).

Se fosse mulher gostaria de fazer compras como gosto agora de fazer? Sim, gosto de fazer compras mas não sou como as mulheres que seria capaz de passar horas e horas por algo, gosto de chegar ver o que gosto (e se está a bom preço) e pagar. Se tivesse nascido mulher seria um shopaholic? Ou compraria apenas o que precisava? Será que era capaz de andar sempre maquilhada ou produzir-me para meter picardia com as minhas "amigas" e provocar as pessoas do sexo que gosto?

Se fosse mulher preocuparia-me com a minha linha? Quem me conhece sabe como sou, quem não me conhece sou um pouco gordo, então se fosse rapariga seria do mesmo género (chubby)? Ou andava sempre em dietas para conseguir ter aquele corpo danone? Eu penso que não me preocuparia em demasia, sim controlaria a linha mas não andava a fazer dietas malucas como muitas fazem só para os outros gostar. Prefiro (e preferia acho) sentir-me bem comigo mesmo não me preocupar com o que os outros dizem.

Então se eu fosse mulher seria o (quase) oposto do que sou agora? Ou seria apenas eu com grandes alterações físicas?Claro que todas essas "certezas" têm por base a ideia de que apenas mudaria de aspecto mas continuaria com os mesmo gostos.


Orpheus

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Pedem opinião e depois não a seguem

Olá, então como corre a vossa vida? Acho que ninguém sabe mas de vez em quando algumas pessoas durante a conversas pedem opinião ou sugestões quanto a problemas que têm enfrentado. Eu não sou psicólogo nem nada que se pareça mas penso que me vêm como um agente neutro (alguém que não participa nos problemas) e como preocupo com os meus amigos, não me importo em ajudar.

Já dei sugestões sobre vários assuntos desde aulas (tipo de cadeiras a escolher ou áreas), sobre amizades, (se devo manter uma amizade com aquela pessoa ou devo conhecer melhor a outra) ou até mesmo sobre amor (será que aquela pessoa gosta de mim ou devo continuar com esta pessoa porque me fez X ou Y).

Penso que tenha dado alguma ajuda nem que seja para melhorar a vida aos meus amigos. Pelo que soube posso dizer que até tenho tido algum "sucesso", mas posso bem dizer que em muitos casos enganei-me. Casos como "Aquela pessoa gosta de mim ou não?" tem sido sem dúvida o meu calcanhar de Aquiles.

O que se passa e tem acontecido a conhecido ou alguns amigos é que pedem que lhes indique o que fazer, como por exemplo: "ajuda-me a escrever este texto" ou "Traduz-me por miúdos o que é que ela/ele quer dizer com isto". Estes pedidos por vezes dizem mesmo explicitamente para eu fazer/dizer tudo o que têm que fazer e claro que não me importo em ajudar já que são meus amigos.

O problema reside no facto de que muitas vezes (mesmo só agora ter alguma experiência) dizer para fazerem A e fazem simplesmente Ā (o oposto de A). Claro que eu não me importo que não sigam as minhas opiniões, longe disso, só que depois de verem que fizeram asneira vêm se "queixar" de que não deviam ter feito o que fizeram e coisas assim.

Não estou aqui a refilar ou a dizer mal, pois até sou um psicólogo ou psicosexólogo (já houve pessoas que disseram que este era o meu trabalho) grátis e sem outras recompensas que não a amizade, mas pronto, acho que se virem que o que digo é como agente neutro, pode ser que resulte não?


Orpheus

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Não são o que parecem, estas meninas...

Saudações mundo. Como estão as coisas a correr? Espero receber noticias vossas hehehe

A mensagem de hoje não se trata de uma reflexão ou de uma ajuda sobre algo que pense que incomode muita gente. Trata-se de uma constatação feliz a meu ver. E já vão perceber porquê.

Para começar à que lembrar que lêem textos de um homem e como tal (principalmente hoje) vão notar isso...

Nos últimos tempos tenho vindo a falar mais "profundamente" com algumas raparigas e e nas nossas muitas conversas deparei com uma realidade que pensava que só existia em filmes ou séries que passavam na televisão. Para nós, homens, só temos conhecimento desta realidade quando estamos namorado ou quando estamos casados com elas. Apesar de os homens também terem uma realidade assim, na sociedade as pessoas dizem que é normal mas no caso das mulheres trata-se quase de secretismo. Falo pois, da realidade íntima das mulheres e o que fazem quando sentem vontade de o fazer.

Quando comecei a falar com essas raparigas (falo mesmo quando as conheci) era novo e ingénuo, e mesmo travando longas conversas durante dias e noite, nunca surgiu à baila este tipo de assuntos. Sim podia pensar que sim, mas como a sociedade vêem-nos como animais sexuais, pensava mesmo que só nós é que tínhamos vontade de fazer no banho ou na cama, mas no que toca às raparigas, pensava mesmo que era só em filmes do género é que acontecia.

Sim as nossas conversas ficaram cada vez mais "profundas" ao longo dos anos e como tal, e ainda não percebi bem como é que isto aconteceu, o tema "O que fazes, sexualmente, quando estás sozinha" apareceu. Claro que não foi assim tão directa a pergunta, porque até sou um pouco tímido no que toca a falar com as raparigas. Estas raparigas tinham confiança em mim e foram totalmente abertas em falar sobre este assunto. Com muita timidez e vergonha fomos discutindo este assunto e cheguei a uma conclusão que nunca penso chegar.

Quando falo destas raparigas, penso nelas como boas pessoas, amigas, simpáticas, bonitas (a meu ver) e decentes. Raparigas essas que desde o dia que as conheci, dessem desconfiança ou ideia de que tinham a mesma vontade para fazer que os rapazes têm. Estas pessoas, pensava eu, que não tinham a necessidade fisiológica de o fazer. Mas enganei-me profundamente.

Não estou para aqui a dizer que recrimino o que fazem!

Desde as nossas conversas sinto mesmo que a vejo de maneira diferente, mas de maneira para melhor. Comecei a vê-las como raparigas que sentem vontade e necessidade de fazer como eu ou outro homem qualquer. Tenho as visto como MULHERES, como pessoas reais e tenho consigo "identificar-me" com elas, tanto nos seus problemas como nas suas esperanças

Para esta mulheres, só tenho que agradecer por tudo o que fizeram comigo. Tiveram a confiança em mim para falarem abertamente, tiveram em atenção de que sou bom ouvinte, que sou amigo delas e que preocupo-me com elas. Acima de tudo, eu agradeço por isto tudo e por me "mostrarem" que não é só os homens que têm vontade e necessidade.

Orpheus

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Dia de S. Valentim

Olá como vão as comemorações do dia de S. Valentim?

Bom, não é preciso dizer em que situação me encontro......


por isso vinha desejar um optimo dia de S. Valentim para vocês e para o resto... HOJE É SEXTA-FEIRA!!
E como tal hoje vou dar um toque músical a este dia e bom fim de semana:

[Versão Inglesa]

[Versão Portuguesa]



Orpheus

sábado, 25 de janeiro de 2014

Dominador(a) & Submisso(a)

Bom continuando na onda de namorados, vou falar um pouco de quando uma pessoa é dominadora ou submissa. Alguma das coisa são um pouco rabiscadas mas se tentarem comparar com o que as palavras querem dizer vão perceber o meu ponto de vista.

Toda a gente conhece o termos dominador e submisso a nível sexual, onde uma pessoa faz-se de escrava da outra. Na realidade e usando um termos mais suave, todas os géneros (Homem ou Mulher) têm momentos de domínio ou de dependente. Não estou a dizer que uma mulher é sempre submissa ou o homem. Todo isto trata-se de uma balança

Quando vamos para um encontro, quem espera tem um papel de submisso perante o parceiro, pois este espera que o outro venham para ser agradado. Enquanto a pessoa que chega tem o papel dominante pois só quando este chegar ao local combinado é que para além de satisfazer pessoalmente, tem o papel de "satisfazedor" do outro. Claro que este papel é frequentemente trocado pois se em vez da 1ª pessoa estar à espera, for a pessoa que chega tarde, a 1ª pessoa é que vai ser a dominadora,

Quando chega aquela altura da relação em que a mulher espera que o namorado dela, a peça em casamente, esta tem um papel de aguardar que o homem tenha a coragem para o fazer. A mulher é submissa até receber o pedido do casamento, MAS aqui é que as coisa ficam engraçadas, pois o homem passa a ter um papel de submisso até receber a resposta, ou seja, a mulher tem na suas mão o controlo do futuro da relação. E caso ela aceita o pedido, o casamento, como actualmente está desenhado, é para a noiva. O homem apenas tem o papel de pagar as contas, ou seja, a mulher controla e decide tudo o que vai acontecer na festa/cerimónia

Agora falando num caso mais especifico, a mulher é submissa quando espera ter um filho de um homem. Como toda a gente sabe não é possível haver crianças sem parte masculina, então mesmo dizendo ela pode recorrer a clínicas de fertilidade, ela está sempre dependente da semente de um homem. Então quando ela está gerando a criança, ela passa a ter, e correctamente, o papel de dominadora, pois o homem tem que esperar que o corpo dela acabe o processo e consiga dar à luz o filho. Se o homem espera, este tem um papel de servidão perante a mulher. Também não podemos esquecer que durante a gravidez o homem tem a responsabilidade de ajudar a mulher a carregar o fardo deles, logo pedir morangos em pleno Dezembro é só mais uma tarefa para submisso fazer

Todo este papel de dominador e de submisso é uma perfeita balança pois uns tempos quem manda é ele, noutros é ela. O CEO de uma empresa tem o papel de controlar tudo o que se passa na mesma, tem muitos empregados e subordinados. Quando chega a casa, depois de tantas ordens dadas, gosta de descontrair então (acredito) que muitos gostem de ser submissos para a mulher na cama. Dá-lhes aqueles momentos em que não tem que pensar em nada. Mas não podemos esquecer que ele depende da vontade da sua mulher. E se não tiverem mulher? Existe sempre aquelas dominatrix que podem fazer, mas mesmo assim ela só fazem se quiserem e se receberem, elas dominam toda esta relação. Então e se o CEO for uma mulher? Então basta mudar o género que é tudo idêntico. Não interessa o género neste casos, o que interessa mesmo, é que a balança esteja equilibrada na vida.


Orpheus

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Ter tidos pouca(o)s namorada(o)s é sinal de mau amante?

Boa noite a todos. Se bem se lembram no último post eu falei do que era melhor a Qualidade ou a Quantidade. Resumindo o post:

" Temos que ter alguma qualidade na escolha das namoradas, mas não podemos ficar agarrados logo à primeira, se esta não for a melhor pessoa para nós. "

 Originalmente o post que tinha pensado (e tinha tido inspiração) era "Se tivemos poucas namoradas é sinal que somos maus amantes". Quando comecei a escrever verifiquei que ou o texto era muito grande e perdia-se no meio dele ou não falava sobre o assunto em si. Mas antes de voltar a divagar, vou começar a dizer o que penso.


Toda a gente sabe que quando estamos a namorar, cumprimentamos sempre a nossa amada com um bom beijo. Podemos dizer que isto para além de carinho que temos por essa pessoa, esse beijo é um "ritual" que existe. Claro que dentre deste "ritual" ou melhor dizendo desta dança de namorados, existe outras coisas que fazemos como pedidos de beijo para alguns estranho, outros completamente "experimentais" pois queremos sempre experimentar. Estes novos beijos, temos conhecimentos por diversos meios, como conversas, discussões, textos, etc...E como é óbvio se a nossa amada gosta de experimentar, então experimentamos. Numa relação claro que não há só beijos e afins, também outras maneiras para manter a chama. Falo claro de mensagens ou e-mails. Bom o conteúdo desses texto, pode variar claro que relação para relação. Existe texto simples ou carinhos, mas também existem texto que se pode considerar para maiores de 16 anos. 

 Quando uma pessoa não teve namorados ou namoradas tem sempre a curiosidade de procurar "como se faz" no que toca a beijos extraordinários ou diferentes. Torna esta pessoas umas verdadeiras especialistas na arte da "Satisfação do Parceiro", pois apesar de ser só teoria, muitas relações perdoaram graças a estas pesquisar. Claro que consegue experimentar durante uma curte os "normais" mas não acredito que durante o momento se vai pedir ao (des)conhecido que gostava de experimentar, por exemplo, um beijo onde "chupamos" a língua da parceira.
Estas pessoas são sem dúvida as doutoradas na arte de sedução por mensagem. Não, não estou a brincar. É a mais pura das verdades. Estão habituadas a ver ou a ler mensagens que se troca entre parceiros e conseguem pensar e imaginar perfeitamente quais as mensagens que tocam as pessoas. Conseguem mandar mensagens que ninguém acredita que foram elas mesmas a escrever e posso dizer (se calhar por experiência própria) que assim que encontrarem o verdadeiro amor, a sua relação NUNCA mas NUNCA vai perder a chama.


Lá por não terem prática na arte dos beijos estranho, conseguem compensar nos beijos normais (quando conseguem) mas são especialistas mesmo na arte da Sedução por mensagens.


Orpheus

sábado, 18 de janeiro de 2014

Qualidade vs Quantidade

Hello world! Como o título indica vou falar da "quantidade" vs "qualidade" de namoradas, sendo que vou incidir mais na parte referente ao sexo masculino (número de namoradas). Antes de mais e para que digam que considero namoradas como objectos ou número, estou aqui a falar na experiência que se tem ao tentar encontrar o amor certo.

Existe aquela pergunta típica de filosofia ou de matemática que é saber se é melhor quantidade ou qualidade. Para uns é sempre melhor a qualidade, pois é preferível termos poucas amostras ou ensaios mas este estarem próximos da perfeição. Outros pensam que a quantidade é melhor pois quanto maior o número de ensaios ou amostras consegue-se obter o valor médio que indica a perfeição.Se encontramos-nos no meio da qualidade vs quantidade obtemos o melhor resultado da nossa experiência (isto a meu ver).
Bom quando falamos dos assuntos do coração, não podemos pensar da mesma maneira (ou podemos)?

Existe o ditado que "A prática leva à perfeição", o que nos coloca mais junto à quantidade. Então quer dizer que mais namoradas, melhores a amantes seremos? Então temos alguns problemas. Se tentamos obter uma série de namoradas só com o objectivo de sermos perfeito, perdemos o propósito de termos namoradas. Este propósito é de nos envolvermos com alguém que nos completa, que seja perfeito para nós. Mas ser perfeito não é ter uma boa qualidade na escolha? Logo devíamos falar de qualidade e não quantidade Termos muitas namoradas para a nossa sociedade significa que não somos boas pessoas ou que só temos um único objectivo que é leva-las para a cama. Com a escolha desta "metodologia" podemos ter duas consequências: ou nunca vamos encontrar o nosso amor ou perdemos critérios ou qualidade nas escolhas. Este é outro problema que advém de preferimos quantidade a qualidade.

A qualidade também acarreta problemas, desde já o problema de ficarmos com a nossa primeira namorada para o resto das nossas vidas e esta não nos completar ou dar problemas atrás de problemas. Quantos de nós já não foram enganados pelo facto de que uma pessoa no inicio da relação ser a melhor pessoa do mundo e quando vemos o tempo a passar, observamos que na realidade a sua pele de ovelha não passa de uma farsa? Se seguimos à risca o método da qualidade e a primeira rapariga não for a nossa "alma-gémea" o que fazemos? Morremos? Passamos a tios? Não podemos ficar com a primeira pessoa que nos aparece, temos que fazer alguma escolha e selectividade e se não for a primeira, ou a segunda, procurar até encontrarmos a  nossa cara-metade. Mas então? Não devia se "ficar" com a primeira pessoa pois escolhemos a que devia ser, sem procurar muito? 

Não, a procura do amor não reside na qualidade dos nossos requisitos ou na quantidade de teste que fazemos. Reside no facto de termos que ter algum controlo na procura e não "entrar de cabeça" na primeira relação que nos parece ser boa. Não devemos pedir logo em casamento a primeira namorada que temos ou acabamos com algo que nem sequer gostamos. Mas também não devemos ser como abelhas e andar a "poisar" de flor em flor até encontrarmos a pessoa perfeita.


Orpheus