sexta-feira, 30 de maio de 2014

Eu não quero...

Hello, ando muito ocupado daí não ter escrito muito...mas tenho pensado muito no que ando a escrever.

Acredito que muitas pessoas pensem que eu quero ser o centro das atenções, com os últimos posts, mas não...Eu não quero ser o centro das atenções nenhumas, apenas quero evidenciar algo que me tem acontecido ou melhor dizendo algo que me têm dito.

Não quero ser o coitadinho ou o solitário, apenas sou quem sou. Apenas mudei nada mais, deixei de fingir ser estúpido ou gnu, simplesmente sou eu...

Eu compreendo perfeitamente que as pessoas têm outras coisas a fazer que não falar comigo, como eu também tenho (daí não ter escrito à bué), mas digamos que acho "mal", darem desculpas esfarrapadas quando "sei" que não é totalmente verdade. Mas como se diz, "Depois de se habituar, já não faz confusão".

Também não vou para aqui dizer que não acredito no que me dizem porque não é verdade. Até acredito em bastantes coisas (até vão dizer que acredito demais), mas eu tenho fé nas pessoas

...Se calhar esse é o meu erro...

Orpheus

domingo, 4 de maio de 2014

As zonas de amizade / Friendship-zones

Boas, sim sou eu de novo...e vou "continuar" um pouco a partir do último post. Antes que me esqueça, as reacções que esperava aconteceram...

Não sei se tornou moda ou simplesmente à algo inerente à nossa sociedade, mas cada vez mais vê-se amizades a virarem "zonas". Estamos a ver cada vez mais as ligações entre as pessoas a serem catalogadas de acordo com sectores ou preferências.

(...Aqui claro a parte que me corresponde. É mais fácil dizer os nomes da zonas em inglês)

Claro que também me encontro dentro de certas zonas, quer sejam formalmente ditas ou simplesmente interpretadas mas sim, estou dentro de zonas. Não posso achar "mal" ou "bem", simplesmente tenho evitar estar dentro dessas zonas, mas não há nada que tenho surgido efeito positivo. Se tenho zonas para as minhas "ligações"? Quando sou posto numa zona, tenho por norma por essa mesma pessoa na mesma zona, mas penso nas minhas amizades e "amizades" como grupos. "Amigos" para um lado, Amigos para outro, e é assim que "organizo" as minhas ligações...

De notar que muitas desta zonas são "definidas" quando se sabe que uma certa pessoa gosta de nós (e não gostamos dela da mesma maneira) e como tal "temos que a colocar" numa zona para ver se o heat acaba. Noutros casos são definidos no preciso momento que conhecemos melhor essa pessoa.

Brotherzone: 
-> Trata-se da zona em que começamos a tratar uma certa pessoa como alguém da família, como alguém que se preocupa connosco e que nós nos preocupamos com ela. É uma zona mais "carinhosa", mais brincalhona, mais "aberta" a falar de tudo o que nos vier à cabeça pois sabemos que o nosso brother ou sister está lá para nos ouvir, aconselhar mas nunca criticar. 

Friendzone:
-> Está digamos que é a zona preferida para colocar alguém que gosta de nós por amor mas nós não. Trata-se de uma zona que "nasceu" para colocar quem nós não gostamos e como tal falarmos com essas pessoas apenas quando precisamos de ajuda sem nunca nada retribuir, melhor dizendo "retribuir" a atenção curta que damos a essa pessoa.

Haterzone:
-> Esta é simplesmente a zona que somos colocados quando não gostam de nós, têm raiva de nós ou somos os ex deles e não nos suportam. É a zona que mesmo que façamos algo bem, essa pessoa não vai gostar de nós ou porque somos gordos, ou magros, ou bonitos, ou feios,... Existe uma razão que a própria razão desconhece.

Existe outras zonas mas neste momento na minha vida nao estou englobado nelas (penso eu...)

As verdadeiras amizades não são catalogadas, simplesmente gostamos dessa pessoa e não precisamos de organização para isso. Digamos que as verdadeiras amizades estão num limbo (zona neutra), onde são muito mais que simples conhecimentos, são verdadeiras ligações, onde partilhamos tudo o que é bom nas outras zonas mas claro sem nunca estabelecer uma zona.

O amor não tem zona, pois só gostamos de uma pessoa apenas e não vamos nunca catalogar a pessoa que gostamos. É outra "definição" que também se encontra no limbo mas que basta ver para saber em que posição estamos perante a outra pessoa.


Estou sim numa Brotherzone e para a pessoa que é (ou pessoas) não acho mal. Preocupo-me com ela, sim sei que ela preocupa-se comigo (acho) e dávamos-nos bem de tal forma que fui confidente dela numa dada altura. Não sei como é que as coisas estão, pois não falamos à muito mas mesmo que tenha passado para friendzone, o meu novo Eu não acha mal. As coisas tornaram-se assim e não há volta a dar. Digamos que 95% das minhas amizades fui posto na Friendzone, não se por algo que fiz mal quando nos conhecemos ou enquanto falávamos, mas que estou lá estou. Não posso dizer que gosto de ter sido catalogado nesta zona, porque não, mas se me puseram lá porque pensavam que eu gostava delas, bom se gostasse acho que teria dito algo estilo "gosto muito de ti, mais do que como amigos", mas não me recordo de ter digo nada disso a quem me pôs lá. Hatezone preenche o resto (tirando claro a brotherzone) e quanto a esta zona basta dizer-se que fui o ex delas e como tal estou aqui (as que não me puseram estou na friendzone ou algo no meio). Nesta zona é que nem sequer vale apenas falar ou tentar emendar pois penso que sou um bom ex (não quero ser/parecer convencido), mas quando acabo alguma relação gosto de manter uma amizade e começo a pensar que é esta forma de eu ser que me coloca nesta zona...


Orpheus

sábado, 26 de abril de 2014

Novo Eu

Hello a todos! Como vão? 
Não tenho escrito devido tanto ao tempo que não tenho mas também devido a tema, apesar de hoje ser um "não-tema" mas sim mais um desabafo...

ESTOU CANSADO! ESTOU FARTO!

Depois de uns bons "gritos", vou explicar com calma e a ver se consigo com que entendam...

Digamos que estou apesar de estar farto de falsidades que tenho ouvido/lido e que já estou habituado de tal forma que adivinho quais as acções que vão acontece. Se estão recordados do meu "primeiro" post (http://loucoazarado.blogspot.pt/2012/09/o-santo-graal-para-homens.html) em que falo dos tipos de raparigas, concluí (à muito tempo mas decidi não falar pois preferi fazer-me de burro) que mesmo as pessoas (amigas) que não considerei na lista afinal estão lá, o que por acaso é bem curioso...

Esta "curiosidade" é simples, pois qualquer que seja o tipo que são, o meio que elas usam para "justificar" é padronizado. As desculpas que usam até parecem transcritas de algum manual ou livro de tal forma que qualquer burro ("EU"!) consegue determinar o padrão ou até mesmo a desculpa que vão usar de seguida. 

Sim acho que pelo texto pode-se ver que estou "farto" ou familarizado, mas eu não me importo, não...Para mim é como se nada passa-se, simplesmente decidi desabafar ou "gritar" para um texto/conjunto de palavras para apenas desabafar...Sim tão simples quanto isso.

Não venho "avisar" ninguém ou marcar um alvo na pessoa A, B, C, etc...Se acho que mereço "respeito", sim mas não vou chatear ninguém por isso, se me querem dar tudo bem, se não, não faz mal pois nutro o mesmo "respeito" por ti que tu por mim. 

Se espero resposta devido a este post? Não, não espero...
Se espero afastamento devido a este post? Mais do que já há? Claro que não!
Se espero conseguir alguma coisa com este post?.....


Orpheus 

domingo, 30 de março de 2014

Cansado ou outra coisa

Olá como estão?

Ando numa branca completa sobre temas ou matérias a abordar, mas sabem uma coisa? ESTOU FARTO!

Estou farto de:
-> Bom tirando as aulas ou as noites de fim de semana, não tenho outra qualquer distracção
-> Umas vezes ter tempo para fazer tudo o que devo e mais algum e noutro nem 1/10 consigo fazer
-> Não ter inspiração para escrever
-> Ser sempre eu a meter conversa ou a "puxar" pela conversa
-> As minha "amizades" serem completamente cíclicas
-> Não conseguir encontrar músicas boas/novas
-> Não ter tempo para ler
-> ....

A minha branca até já atinge aquilo que estou farto...ou stressado...ou carente....ou outra coisa qualquer. Parece que não tenho energia ou que ando em modo completamente automático. 

Sinto falta de "contacto" humano..sim...penso que seja isso que me falta...


Orpheus




sábado, 15 de março de 2014

E se eu tivesse nascido pelo sexo oposto?

Olá a todos. Esta pergunta de vez em quando surge na minha cabeça, principalmente quando tempo dormir e é algo que ainda não cheguei a uma conclusão. Se eu tivesse nascido rapariga, como seria a minha vida?
Se pensamos um pouco, alguma das nossa decisões de vida têm por base o nosso sexo, como por exemplo andar mais com amigos e "fugir" das raparigas, jogar à bola, entre outras coisas. Mas isto é também algo falso, porque existe rapazes que preferem estar com raparigas do que andar à porrada ou jogar futebol.
Esta "ideia" não tem como base as tendências sexual das pessoas, falo apenas de gostos. Eu prefiro, muitas das vezes, conversar algumas raparigas do que andar, por exemplo, a jogar e isso tem sem dúvida a ver com o estado de espírito.

Mas se eu tivesse nascido rapariga, será que teria ido para este curso? Acho que este o ponto principal da minha dúvida, se eu como mulher gostaria de estar a estudar electrónica ou telecomunicações ou algo do género. Os homens têm maior "gosto" em aprender sobre estas matérias, mas existe muitas raparigas que frequentam este curso. Então eu estaria inclinado para este curso ou teria preferido as Biomédicas ou Químicas?

Se eu fosse rapariga teria actualmente a namorar? Se mesmo tendo nascido mulher, ainda tivesse azar ao jogo e ao amor, bem acho que isto seria era de pessoa e não sexo. Sendo rapariga teria muito mais amigas e teria metido noutros círculos de amizade mas também teria rapazes atrás de mim (bom pressuponho que teria) logo podia perfeitamente estar a namorar com alguém (Se fosse mulher só gostava de mulheres? Outra dúvida).

Se fosse mulher gostaria de fazer compras como gosto agora de fazer? Sim, gosto de fazer compras mas não sou como as mulheres que seria capaz de passar horas e horas por algo, gosto de chegar ver o que gosto (e se está a bom preço) e pagar. Se tivesse nascido mulher seria um shopaholic? Ou compraria apenas o que precisava? Será que era capaz de andar sempre maquilhada ou produzir-me para meter picardia com as minhas "amigas" e provocar as pessoas do sexo que gosto?

Se fosse mulher preocuparia-me com a minha linha? Quem me conhece sabe como sou, quem não me conhece sou um pouco gordo, então se fosse rapariga seria do mesmo género (chubby)? Ou andava sempre em dietas para conseguir ter aquele corpo danone? Eu penso que não me preocuparia em demasia, sim controlaria a linha mas não andava a fazer dietas malucas como muitas fazem só para os outros gostar. Prefiro (e preferia acho) sentir-me bem comigo mesmo não me preocupar com o que os outros dizem.

Então se eu fosse mulher seria o (quase) oposto do que sou agora? Ou seria apenas eu com grandes alterações físicas?Claro que todas essas "certezas" têm por base a ideia de que apenas mudaria de aspecto mas continuaria com os mesmo gostos.


Orpheus

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Pedem opinião e depois não a seguem

Olá, então como corre a vossa vida? Acho que ninguém sabe mas de vez em quando algumas pessoas durante a conversas pedem opinião ou sugestões quanto a problemas que têm enfrentado. Eu não sou psicólogo nem nada que se pareça mas penso que me vêm como um agente neutro (alguém que não participa nos problemas) e como preocupo com os meus amigos, não me importo em ajudar.

Já dei sugestões sobre vários assuntos desde aulas (tipo de cadeiras a escolher ou áreas), sobre amizades, (se devo manter uma amizade com aquela pessoa ou devo conhecer melhor a outra) ou até mesmo sobre amor (será que aquela pessoa gosta de mim ou devo continuar com esta pessoa porque me fez X ou Y).

Penso que tenha dado alguma ajuda nem que seja para melhorar a vida aos meus amigos. Pelo que soube posso dizer que até tenho tido algum "sucesso", mas posso bem dizer que em muitos casos enganei-me. Casos como "Aquela pessoa gosta de mim ou não?" tem sido sem dúvida o meu calcanhar de Aquiles.

O que se passa e tem acontecido a conhecido ou alguns amigos é que pedem que lhes indique o que fazer, como por exemplo: "ajuda-me a escrever este texto" ou "Traduz-me por miúdos o que é que ela/ele quer dizer com isto". Estes pedidos por vezes dizem mesmo explicitamente para eu fazer/dizer tudo o que têm que fazer e claro que não me importo em ajudar já que são meus amigos.

O problema reside no facto de que muitas vezes (mesmo só agora ter alguma experiência) dizer para fazerem A e fazem simplesmente Ā (o oposto de A). Claro que eu não me importo que não sigam as minhas opiniões, longe disso, só que depois de verem que fizeram asneira vêm se "queixar" de que não deviam ter feito o que fizeram e coisas assim.

Não estou aqui a refilar ou a dizer mal, pois até sou um psicólogo ou psicosexólogo (já houve pessoas que disseram que este era o meu trabalho) grátis e sem outras recompensas que não a amizade, mas pronto, acho que se virem que o que digo é como agente neutro, pode ser que resulte não?


Orpheus

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Não são o que parecem, estas meninas...

Saudações mundo. Como estão as coisas a correr? Espero receber noticias vossas hehehe

A mensagem de hoje não se trata de uma reflexão ou de uma ajuda sobre algo que pense que incomode muita gente. Trata-se de uma constatação feliz a meu ver. E já vão perceber porquê.

Para começar à que lembrar que lêem textos de um homem e como tal (principalmente hoje) vão notar isso...

Nos últimos tempos tenho vindo a falar mais "profundamente" com algumas raparigas e e nas nossas muitas conversas deparei com uma realidade que pensava que só existia em filmes ou séries que passavam na televisão. Para nós, homens, só temos conhecimento desta realidade quando estamos namorado ou quando estamos casados com elas. Apesar de os homens também terem uma realidade assim, na sociedade as pessoas dizem que é normal mas no caso das mulheres trata-se quase de secretismo. Falo pois, da realidade íntima das mulheres e o que fazem quando sentem vontade de o fazer.

Quando comecei a falar com essas raparigas (falo mesmo quando as conheci) era novo e ingénuo, e mesmo travando longas conversas durante dias e noite, nunca surgiu à baila este tipo de assuntos. Sim podia pensar que sim, mas como a sociedade vêem-nos como animais sexuais, pensava mesmo que só nós é que tínhamos vontade de fazer no banho ou na cama, mas no que toca às raparigas, pensava mesmo que era só em filmes do género é que acontecia.

Sim as nossas conversas ficaram cada vez mais "profundas" ao longo dos anos e como tal, e ainda não percebi bem como é que isto aconteceu, o tema "O que fazes, sexualmente, quando estás sozinha" apareceu. Claro que não foi assim tão directa a pergunta, porque até sou um pouco tímido no que toca a falar com as raparigas. Estas raparigas tinham confiança em mim e foram totalmente abertas em falar sobre este assunto. Com muita timidez e vergonha fomos discutindo este assunto e cheguei a uma conclusão que nunca penso chegar.

Quando falo destas raparigas, penso nelas como boas pessoas, amigas, simpáticas, bonitas (a meu ver) e decentes. Raparigas essas que desde o dia que as conheci, dessem desconfiança ou ideia de que tinham a mesma vontade para fazer que os rapazes têm. Estas pessoas, pensava eu, que não tinham a necessidade fisiológica de o fazer. Mas enganei-me profundamente.

Não estou para aqui a dizer que recrimino o que fazem!

Desde as nossas conversas sinto mesmo que a vejo de maneira diferente, mas de maneira para melhor. Comecei a vê-las como raparigas que sentem vontade e necessidade de fazer como eu ou outro homem qualquer. Tenho as visto como MULHERES, como pessoas reais e tenho consigo "identificar-me" com elas, tanto nos seus problemas como nas suas esperanças

Para esta mulheres, só tenho que agradecer por tudo o que fizeram comigo. Tiveram a confiança em mim para falarem abertamente, tiveram em atenção de que sou bom ouvinte, que sou amigo delas e que preocupo-me com elas. Acima de tudo, eu agradeço por isto tudo e por me "mostrarem" que não é só os homens que têm vontade e necessidade.

Orpheus